A MEDICINA DA MERDA ūüí©


N√£o, voc√™ n√£o leu errado! E tamb√©m pode rir a vontade porque apesar de s√©rio, o assunto tamb√©m √© c√īmico!


Provavelmente voc√™ j√° deve ter ouvido ou lido, a express√£o de que ‚Äúa merda foi atirada no ventilador‚ÄĚ! Principalmente agora nestes per√≠odos de quarentena e confinamento, onde muito do que se mantinha oculto ou do que a gente ia empurrando com a barriga, ficou gritante e talvez veio at√© o pesco√ßo... Para ent√£o a gente ter que agir sem op√ß√Ķes, n√£o √© mesmo?


Quando a merda vem a tona, n√£o √© raro que cada um venha a agir automaticamente e cada um de acordo com o seu padr√Ķes repetitivos de novo, mesmo em rela√ß√£o √† merda. Mas agora at√© estes padr√Ķes antes autom√°ticos ficam gritantes:


  • "Pesquisadores" se atendo ao estudo da merda;

  • Quem tem o h√°bito de maquiar e perfumar ou deturpar a realidade, maquiando, perfumando ou romantizando a merda;

  • Quem ignora e finge que t√° tudo bem, fazendo a "eg√≠pcia" se afundando mais e mais na merda com pose arrogante.

  • At√© quem tenta provar que est√° acima de tudo: melecado, se fingindo de imune √† merda‚Ķ


Mas a Merda parece exigir mesmo ser vista sim e con-tem-pla-da, risos.

Como seria soltar os apegos inclusive o apego à merda? Ou a mania de criar mais e mais justamente ao negá-la, tentar ocultar ou focar?


Sem a necessidade de sentar na merda ou brincar de tacar merda nos coleguinhas como se a merda fosse saud√°vel e divertida enquanto a realidade se perpetua, a fossa estourou...?


A ME(R)DICINA


Talvez a merda tenha um recado ou