© 2016 Roni Diniz . Ator, Fotógrafo e Designer Gráfico.

Introdução do Blog

Machismo e Sagrado Feminino: Diário da Performance Sopro de Vida

8 Dec 2017

 

“Todos os olhares de quem não estava atrasado ou no celular, se voltaram para a borboleta”

Este foi o trecho do diário de bordo da Anna que mais me tocou. Nesta etapa da oficina Atores Diários, tínhamos que ler os diários feitos pelos outros atores participantes, durante as saídas às ruas do Centro de São Paulo. A Helena, atriz e pesquisadora que ministrava o curso, me disse de sobressalto que, nos vídeos das minhas performances na Paulista, (materiais que apresentamos para apresentar nossas pesquisas à turma) eu tinha sido a borboleta!

Pra mim, os atrasados e os distraídos no celular figuravam muito bem os tipos de posturas que privavam da visão do imprevisível e efêmero voo de uma borboleta real.

A borboleta também pode representar o algo “Além”, raro e imprevisível da “indomável” expressão da vida que nos surpreende quando menos esperamos, por mais que tentamos o metodificar: o sopro de vida! Foi este o nome dado ao meu experimento performático.

 

Este “achado” por si só, já constituía uma potência forte o suficiente para ser o centro do meu experimento e render material e experiência o suficiente para um bom estudo de dispositivo cênico e vivência artística em relação com a cidade. O uso da saia vermelha, figurino original do espetáculo Facebunda, incrivelmente desenhada e costurada pela figurinista Emília Reily, veio instantaneamente a minha mente como opção de dispositivo físico que me proporcionasse a sensação de deslizamento no ar como as asas de uma borboleta, o ar seria o meu principal dispositivo! A borboleta aparecer ou não era uma questão imprevisível da vida, mas cabia a mim criar o ambiente propício para que a natureza se manifestasse, como registrou titio Stanislavski*. O terceiro insight brotou das conversas e registros recorrentes em nossos diários sobre os comportamentos machistas no espaço público: a Máscara de Pegador. Esta máscara integra uma série de objetos criadas por mim, que faz uma menção poética e crítica aos simbolismos do pênis e da vagina.

 

O planejamento da ação foi de uma semana para a outra, teríamos o respaldo de toda a turma, um assistindo ao outro e às vezes realizando seus experimentos simultaneamente nas praças que foram os locais dos nossos estudos pelo Centro de São Paulo.

 

Eu estava com um receio enorme de cair na “representação” de uma borboleta, o que assassinaria a vida e potência do experimento, como às vezes acontecia com todos nós, nos exercício em sala e é um vício muito comum de atores acostumados com o palco e com plateia. Se eu tive momentos em Permeável nos quais vivi este estado energético da borboleta é porque não a persegui, apenas o recebi. Então, me organizei para permanecer em torno dos dispositivos que disparariam minhas ações: a respiração, a saia e a máscara. A presença do símbolo do coração, brotou quando, ao testar a saia, notei que a brecha se posicionava bem em cima do peito anunciando o coração, ao meu ver poético, o coração é como uma grande vagina que pertence a ambos os sexos, fecundada pela vida ou traumatizada pelos abusos. Então foi só uma questão de sublinhar o que já estava lá.

 

O Clayton aceitou me ajudar nas ações, ele seria responsável pela colocação da máscara no meu rosto, para mim era imprescindível que este movimento viesse de fora, como ocorre com as posturas demandadas socialmente que encobrem a nossa essência.

 

O Macho e a Máscara

Iniciei a ação utilizando a máscara após alguns minutos de respiração consciente. Apesar de notar o nervosismo em mim, consegui ir relaxando o corpo e permiti que o estado corporal e energético dilatado se instaurasse. Havia três homens sentados num banco bem a minha frente. A máscara é cênica e um tanto chocante, algumas pessoas parecem não acreditar no que estão vendo. Uma moça se aproxima e me pergunta o que é isso, mas eu não explico. “Olha!”, se dirige à amiga, “São pênis! Olha as bolinhas...” e gargalha.

 

De alguma maneira sinto que os homens captam a mensagem. Mas as mulheres se dividem entre indiferentes e curiosas. Percorro boa parte da praça Dom José Gaspar assim, sem camisa, usando apenas um short preto e o contorno do coração em linha vermelha, em volta do meu osso externo, no centro do meu peitoral. Começo a sentir e acolher em meu corpo uma mudança no estado corporal, é o poder fálico agindo, é como uma vibração de guerreiro, junto vem um exibicionismo e postura impositiva que vão brotando do dispositivo máscara, estas descrições que parecem julgamentos eu só faço agora, para poder descrever, na hora eu somente acolhia e deixava reverberar para perceber as materialidades resultantes. Um dos homens sentados, insinua por meio de uma pergunta com uma carga de deboche: “Tem que ver se é menino ou menina...”. Apesar da atenção ao estado interno e seu desdobrar no corpo, também estou atento ao público e colho suas reações sem ansiedades. Mesmo por trás da máscara, brotam caretas de força e de exibição em meu rosto, sigo os transeuntes com o meu olhar e um leve girar de cabeça para acompanhar.

De novo: “Será que é menino ou menina?”

 

Sem planejar ou sequer decidir, instintivamente encho minha mão direita com o meu próprio pênis e ofereço a ele como resposta. Ele se assusta com o gesto inesperado e se levanta incomodado, em postura de desafio me pergunta se eu sou gay, em silêncio, ofereço-lhe também o meu dedo médio em riste na sua direção e num trabalho muscular como se lhe penetrasse. Ele agora se afasta, ofereço-lhe uma “banana” com o ante-braço em riste na sua direção, junto os meus dois dedos médios e ele se vai afugentado enquanto os outros dois homens sentados se divertem sadicamente com a cena. Percebo que reproduzi ali, uma cena comum de disputa territorial do mundo animal, o macho alfa, aplicada no meio social, exatamente o que a minha máscara representa, confirmando a sua eficácia como estratégia de defesa, impor seu território, afirmar a masculinidade, humilhar quem o desafia, estratégias de guerra. Um ciclo sem fim, posso ter acabado de “ensinar” ou reforçar o sucesso desta receita vencida e primitiva, pelo menos pessoas inconscientes aprendem-na por osmose sem exercer o livre-arbítrio e analisar mais a fundo o comportamento que adquiri, isso quando sequer percebe-se que se adquiriu um novo padrão… Esta consciência veio em seguida ao fim deste episódio, não durante, por isso, parti imediatamente para a outra etapa do experimento performático.

 

O Sagrado Feminino

Retirei a máscara com calma e acolhi, de olhos fechados, toda a vulnerabilidade de estar “nu” ao perder o meu anonimato e sensibilizar novamente a pele do meu rosto com o seu reencontro com o mundo. Lentamente, após o Clayton recolher a máscara da minha mão, desdobro a saia vermelha que portei durante todo este tempo, sobre as mãos ou entre os braços. Ao estendê-la sobre o chão, percebo o desenho de uma mandala vermelha, símbolo que sintetiza justamente a relação do um com o todo e vice-versa.

 

Tomo o tempo necessário de estabelecer conexão com esta nova energia e adentro-a com respeito. De olhos fechados, consigo sentir o lugar mais plenamente agora do que antes, as pessoas, os fluxos energéticos e a natureza que ainda ecoa forte quando lhe dirigimos nossa atenção. São os sons dos pássaros, o fento sobre as folhas das ávores, as núves e a luz do sol... Lentamente ergo a saia a minha volta, até a altura dos meus ombros, é inevitável o convite que sua forma e peso me fazem ao giro. Rodar e ver o vulto resplandescente do seu movimento emergir e se sucumbir a minha volta, me faz perceber o rebuliço que a ação provoca na relação cotidiana preestabelecida, previsível e maçante naquela praça. Eu rodopio até ficar tonto, a tontura resultante me impõe um titubear rico que me conduz a uma transferência contínua de peso entre as duas pernas. É uma reverberação consequente que deixo passear pelo meu corpo em livre trânsito.

 

Percorro a praça de braços abertos, brincando com o deslocamento que o peso do tecido provoca relação a resistência do ar e as sensações decorrentes que vão passando pelo meu corpo.

 

Agora, noto que detenho os olhares de boa parte do público, mas faço questão de me desvincular desta relação espetacular, artista-público, me volto para a atenção aos dispositivos cênicos: a minha respiração, a relação com a saia e, agora, também com o fluxo energético do lugar.

 

“É carnaval”, “Cada louco com sua doidice...”, disparam alguns passantes, mas não me retenho aos primeiros significados de palavras ou reações “clichês”. Me detenho aos olhares, ao interesse expresso corporalmente, alguns resistem a conexão, percebo que seus silêncios-respostas dizem muito mais do que as palavras gastas. Palavras, subprodutos de mecanismos urbanos modernos de quem se mantém atrelado à máquina de escolhas de produtos ou vendas na prateleira do super-mercado, eu não sou isso! Por que deveria eu me sujeitar a estas regras? O fato é que sou minoria, eu não deveria estar ali, fora da máquina, fora dos códigos pré-estabelecidos debaixo das promessas sociais de felicidade. “Eu sou uma seta virada ao contrário”.

 

Percebo que permaneci por muito tempo nesta praça, porém foi necessário para acessar camadas mais profundas. Impregnado, cesso o vigor, mas mantenho a conexão para seguir em frente. Esta pausa poética é a deixa para receber novamente a “Máscara de Pegador”, minha materialização do culto ao macho alfa, uma deturpação grosseira da energia masculina vendida e amplamente comprada sob a promessa de proteção contra o "estupro", postura invólucro de valores distorcidos e desprovido de qualquer ética ou humanidade como em tempo de guerra. Assim me retiro da praça e inicio a caminhada pela rua Sete de Abril, é puro ritual!

 

Pela Rua Sete de Abril

Andando na rua, o efeito é mais potente, pois além de tudo, a minha presença oferece uma espécie de resistência ou empecilho ao grande fluxo de pessoas vindo em sentido oposto.

 

Minha presença não tem como ser ignorada. A máscara parece despertar uma estranheza, misturada com humor e sarcasmo. Talvez como os milhares de pênis que os meninos normalmente desenham na carteira escolar e nas paredes dos banheiros públicos, buscando afirmar sua masculinidade. A estrutura do pênis é uma flecha imponente, como um chifre que defente seu território e também ataca, ameaça, o corpo masculino é dotado de apenas um pênis, mas agora eu sou dotado de quatro!

 

Dois deles, ostentado como coroa ou chifres e um afiado, desponta como uma lingua saindo da boca da máscara de papel reciclado. Eu permito que este poder se manifeste em meu corpo e o observo, acionamentos musculares, imponência e o narcisismo de um campião do esporte! A saia enrolada sobre minhas mãos é erguida como um prêmio da competição, o coração sangrando do inimigo, o troféu, o sangue prova de castidade da esposa recém tomada em tempos antigos. Nós machos temos em nosso dna para ressignificar este passado de guerreiros que asseguravam o próprio território e poder por meio do terror, impondo o medo alheio estrategicamente, não como resultado natural de respeito conquistado humanamente. Pode ser uma máscara confeccionada ou comprada.

 

Permito que toda esta carga energética de guerreiro pelos pés descalços até o chão pavimentado.

Agora sou eu de novo, sem proteção, sem anunciar o que quero que pensem que eu sou. Sou eu artista, curioso e estudioso da vida, descontente com os paradigmas impostos, sou eu vulnerável, respeitando e acolhendo a nova consciência sobre os potenciais extremos que habitam em mim! Nunca é unicamente sobre mim. O sangue em forma de saia se derrama sobre o chão, agora vibra como paixão, sumo de rosas vermelhas. Uma música romântica, “sertanejo moderninho”, emite pulsações que me convidam ao transe, eles cantam para mim por alguns momentos, depois de alguns anos de treino fica mais fácil notar quando a energia do outro está ou não direcionada a você, não importa o quanto isso tente ser negado ou disfarçado. Eles hesitam em mergulhar na conexão que poderíamos atingir , talvez uma espécie de vergonha alheia de acolher este homem de saia, embora seduzidos, eles não sabem o que é isso e no que pode se desdobrar enquanto se ocupam em cumprir suas funções.

 

“É uma bailarina?” uma voz de mulher cochicha curiosa de longe. “Acho que sim”, responde outra. Alguns homens olham chocados e admirados, outros curiosos e com visível receio de demonstrarem o seu interesse.

Eu me sinto absurdamente integrado ao quadro neste instante, humildemente, porém ousadamente, não sinto medos ou receios, mas sim fome voraz de viver intensamente estas conexões. Com a saia agora ajustada sobre a cintura, recolho duas pontas de suas bordas logo a minha frente, erguendo-as até a altura do meu umbigo e caminho assim até a metade da Rua Sete de Abril. Caminho recebendo com minhas costas e escápulas o escorrimento deste lugar, como se eu fosse um ralo. Dado o limite, disparo numa corrida até trupicar numa espécie de paralelepípedo levantado acima do nível da rua.

 

“Eita nóis!”, grita um homem a minha esquerda desde o balcão de em uma das lanchonetes, esboçando um riso. Para mim o convite é claro: “Fique mais um pouco aqui”.

 

Me viro, deixo o estado corporal decorrente da corrida e do trupicão reverberar, se dilatar, vazar por minhas extensões, pés braços e mãos, topo da cabeça e pés. Meu peito aberto, desabrocha como uma flor, um coração sagrado de Cristo que salta, um Cristo na cruz, mas este aqui seria um Cristo feliz e livre. Minha cabeça pende para trás, os muros de prédios nos dois lados emolduram um límpido céu azul. Com esta conexão, eu revisto a bolha instaurada outro dia quando saímos pela praça Rotary, quando sentei-me num balanço, me banhando imóvel, com um espiral de folhas e luz do sol que escorria em slowmotion desde o topo de uma das árvores mais altas.

 

A Praça da República

A frente, a praça da República me chama, sigo caminhando, às vezes depositando uma das pontas da saia em diagonal sobre o meu ombro oposto, me sinto trajando um manto de um monge.

 

O chão quente muitas vezes fere meus pés descalços, eu fluo através, sem pretensão, sem pesos.

Paro, estou encharcado de vida, mas minha intuição me diz para chegar à praça sob o meu casulo-máscara, um novo sentido recém-brotado. O Clayton não percebe que estou pronto para receber a máscara, recebo isto como um convite à dilatar a presença no local, estabeleço mais contato visual com os passantes, abro a saia e a deixo enfim cair, ela não se derramou, se mantém em riste a minha volta como um barril vermelho. Finalmente, o Clayton se conecta novamente comigo e recebe o meu sinal. Sem ansiedades, ele deposita a máscara sobre o meu rosto, me dirijo à praça da República com o presente vermelho sobre as minhas mãos. Não me coloco no espaço como um artista que vai se apresentar, vou chegando por trás do espaço principal mais aberto. É como uma via sacra, se torna um desfile quando as pessoas sentadas lado a lado sobre os bancos se comportam como plateia, a maioria são gays e transsexuais, muitos são garotos e garotas de programa ali, mas também há pessoas mais comuns que pararam para descansar talvez. A paisana, se observar bem, também podem ser notados supostos traficantes e outros tipos de bandidos.

“Uau! Arrasou!”, “Isso é do carnaval?”, em estado meditativo, assisto um macho - sou eu - sem camisa sendo ovacionado por olhares atentos e "esfomeados", mesmo estando na frequência de macho impositivo, a maioria agora é outra e volto a ser o novilho ameaçado, mas não chega nem perto da sensação de estar de saia em meio aos machões e imagino também que não se compara a mulher que caminha sozinha por uma praça dessas.

 

Chegando a outra extremidade da praça, revisito e aciono os mesmos estados corporais do guerreiro, do Narciso, do competidor vencedor, brotam fotografias corporais interessantes. Noto uma espécie de plateia se formando, o pessoal da nossa turma lá no fundo, às vezes um ou outro vem dar uma conferida. As outras performances estão finalizando. Devagar, me desmonto da máscara corporal e desta vez, ao estender a saia, vejo a mandala vermelha resultante do seu desenho sobre o chão reluzir como nunca.

Posicionado em seu centro, vestindo-a, eu me sinto, na verdade, mais nu do que nunca e vulnerável, de peito aberto. Meu corpo experiencia agora uma nova forma de expressão, mais intensa. Ondas de energia me percorrem como as ondas do mar é quase inevitável não me desligar do público totalmente às vezes. Quero acender e da sutileza dos movimentos de coluna e escápula eu inicio um giro potente até me embriagar e me sufocar de vermelho, estou totalmente livre de qualquer associação de significados do giro ou da saia, por mais óbvios que possam parecer, pois estou em razão do dispositivo e nem ao menos me ocupo da interpretação que o público possa estar fazendo do experimento. Pois é isso o que é: experimento.

 

Deixo o rio fluir e me desloco até a outra extremidade da praça, instintivamente, bato a saia vertiginosamente sob impulsos e picos resultantes do escoamento pelo meu corpo das relações com o lugar, me sinto ponte e conexão, busco me conectar novamente ao público sem perder o acolhimento transcendental que meu peito evoca como uma vagina pulsante e excitada, porém sem valores morais ou qualquer luxúria, senão o desejo pela vida e o chamado de sua essência fecunda.

 

Percebi o aglomerado da minha turma lá do outro lado e deixei soar pelo meu corpo e tudo o que se movia ali, o alarme de que era hora de terminar, deixei esvaziar e novamente, soltei a saia, deixando-a cair. Poxa! Já se passaram uma hora e trinta minutos de ação! O Clayton vem até mim, pronto para recolocar a máscara em mim.

“Terminamos!”, respirei fundo e agradeci, me despedindo do lugar.

 

21 de fevereiro de 2017.

Este relato foi registrado no dia da ação, o registro em diário fazia parte da A Oficina “Atores Diários" com o objetivo de criar uma dinâmica de grupo de pesquisa, onde cada artista propôs experimentos cênicos em locais públicos da cidade, utilizando o diário de bordo não apenas como ferramenta de registro de processo, mas como disparador criativo. Com Helena Cardoso da Cia A Digna na SP Escola de Teatro entre os meses de fevereiro e março.

 

*(Constantin Stanislávski, 1863-1938 - Rússia, é um dos mais influentes pensadores teatrais do século XX. Seu “método” de preparação de atores e criação de personagens representou uma verdadeira revolução no fazer teatral ocidental)

 

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