Compulsiva dó do agressor e culpabilização da vítima. Descriar!

Eu gostaria de considerar uma tendência estranha que sempre observei no comportamento humano, principalmente no caso de abusos e agressões contra mulheres e outros vulneráveis: a "coitadização" do acusado, um vagão que sempre puxa junto o adiamento de ações efetivas para resolução do caso e culpabilização cruel da vítima. Muitas vezes, pessoas-chave que poderiam ser uma contribuição potente no tratamento e reabilitação dos agressores antes que estes piorem, acabam minando suas chances porque agem compelidas pelo que eu chamo aqui de "dó compulsiva"! Já viu isso? Compaixão é uma preciosa qualidade humana, mas é totalmente diferente de dó. Compaixão “é a sua dor no meu coração”, já a dó nos fa

SOMOS (poema quântico)

É um universo que se fez dança, harmonia e fluxo É uma dança que virou fotografia, vídeo e versos É um átomo que virou célula, órgão e corpo É um encontro, yin-yang, híbrido, polar, múltiplo É um beijo que marejou salivas, fluidos e gemidos É um multiverso que se perdeu ao tocar suas partes É um conjunto de partes, tempos e momentos que se flertam É um universo que se entende ao se perceber entre o Todo. É um ato artístico, portal, morte, abismo, divino e alucinante É um resgate abrupto, dançante, sedutor e onírico É um ato ingênuo da criança ou ancião que sabe sem saber É um mar que encontra a gota e de longe se contemplam É um caos de pontos de vista que se organizam e rasgam-s

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