Automutilações (Poema)

Tédio de você que só reconhece a cópia do belo e o virtuosismo como arte E ainda brada como se fosse o júri que sentencia o herege ao inferno ou ao paraíso. Perdemo-nos em divagações sobre o status, lucro e prejuízo das coisas e desaprendemos a capacidade de saborear, insossos que nos tornamos.... Preguiça de você que ainda usa adjetivo feminino ou homoafetivo como deboche ao que realmente te afeta, por medo. E assim se sente mais macho numa pose patética de feroz caçador (a) de borboletas. Perdeu as entrelinhas, os vãos convidativos, as metáforas e os surrealismos da obra, Da vida e da sua própria história e essência... Alimenta uma expectativa insaciável de ver o outro proclamar um

O que vi em "O choro" por Marcia Francisco

“Uma criança ou adolescente não sabe muito da vida, nem de vocabulário”. dizem. Quando li “O Choro” percebi que mesmo adulta continuo sabendo pouco da vida, mas meu vocabulário enriqueceu bastante e já consigo saber qual é o significado das palavras apatia e empatia. Mesmo sabendo que aquela criança nos braços do Roni era simbólica, senti empatia por ela e por sua representatividade. Ainda não entendo quais motivos levam algumas pessoas a destilarem tanto ódio gratuito, prepotência, arrogância ou falsa distribuição de amor, hipocrisia demasiada e etc. Acredito que a resposta possa estar no passado delas, mas o que mais me intriga nos dias de hoje é a “apatia”, que, em minha opinião, vem depo

© 2016 Roni Diniz . Ator, Fotógrafo e Designer Gráfico.